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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Banda britânica Queen, Freddie Mercury

Nos anos 80, a banda demonstrou uma grande mudança de seu estilo, lançado canções ambientas no pop rock, e apesar de ter gerado desapontamento com o disco Hot Space, a banda criou grandes sucessos do gênero, como "Radio Ga Ga", "I Want to Break Free" e "A Kind of Magic, sendo nessa década, recordista em venda de ingressos para apresentações na europa. Nos anos 90, o grupo lançou o último disco com Mercury ainda vivo, Innuendo, de 1991, pois no mesmo ano o cantor faleceu devido a complicações da AIDS, com os membros restantes tendo lançado um disco póstumo, Made in Heaven, em 1995. Desde a aposentadoria de Deacon, May e Taylor continuam criando diversas parcerias para seguir com o grupo, com destaque para o projeto Queen+Paul Rodgers, de 2005, e as recentes apresentações com Adam Lambert, a partir de 2010.

Formação

História

Formação e primeiros anos (1968-1974)

Em 1968, os amigos de escola Brian May, um guitarrista, e Tim Staffell, baixista e cantor, decidiram formar uma banda e colocara um anúncio no Imperial College, em Londres, à procura de um baterista ao estilo de Ginger BakerCream, e o estudante de odontologia Roger Taylor respondeu, conseguindo a vaga; o trio foi batizado de Smile, que chegou a abrir shows para o então proeminente guitarrista americano Jimi Hendrix. O cantor e pianista Freddie Mercury era colega de quarto de Tim, e seguia assiduamente os concertos do grupo, já que eles possuíam gostos musicais semelhantes, sendo que Mercury, naquela época, cantava para pequenas bandas como Wreckage e Ibex, mas não via futuro para elas, por isso sempre dava conselhos ao Smile, já que ele acreditava muito no trio, e o trio também sempre levava suas ideias em consideração.
Em 1970, Tim decidiu então deixar os Smile para juntar-se a uma banda chamada Humpty Bong, e então May e Taylor convidaram Mercury para se juntar a eles, com o cantor aceitando prontamente, e seu primeiro ato foi mudar o nome do grupo para "Queen". Sobre o nome, Mercury comentou: "(...)eu apenas pensei nesse nome, que soava esplêndido(...)era forte, universal e fácil de lembrar(...)estávamos cientes das conotações gays, mas não nos importávamos(...)". Por um tempo, a banda tocou brevemente com um grande número de baixistas, mas não se agradaram de nenhum deles, até conhecerem John Deacon em fevereiro de 1971, que foi efetivado rapidamente devido à forte química que ele teve com o trio. A banda custeou a gravação de quatro canções originais, "Liar", "Keep Yourself Alive", "The Night Comes Down" e "Jesus", formando uma fita demo e enviando para várias gravadoras, mas nenhuma se interessou; uma das respostas que a banda recebeu dizia que a última coisa que se queria na época era outro "aspirante a Led Zeppelin". Nessa época, o grupo se apresentou pela primeira vez no Surrey College, nos arredores de Londres.
Em 1972, o grupo finalmente conseguiu apoio financeiro para gravar profissionalmente, através da pequena Chrysalis Records, tendo um limitadíssimo acesso ao Trident Studiosde Londres, podendo usar as instalações apenas fora do horário de expediente devido ao orçamento apertado. Contendo as mesmas quatro faixas da demo original, junto com outras seis composições, o disco foi finalizado em novembro e lançado no início de 1973, recebendo avaliações moderadas da crítica, sofrendo muitas comparações ao Led Zeppelin, um problema com o qual muitas bandas estreantes tiveram de lidar na época, e o disco acabou não emplacando. Mesmo assim, o grupo estava animado e, em 1974, lançou Queen II, que devido a uma forte campanha de promoção realizada pela Chrysalis, acabou chegando a quinta posição da UK Albums Chart, sucesso alcançado depois que o grupo apresentou a canção "Seven Seas of Rhye", no popular programa musical britânico Top of the Tops. O sucesso do álbum permitiu que a banda realizasse uma longa série de apresentações por todo o Reino Unido.

Popularidade e consolidação de carreira (1974-1981)

Ainda em 1974, mais ao fim do ano, o grupo lançou Sheer Heart Attack, que quando estreou, foi direto ao segundo lugar da UK Albums Chart, tendo também uma performance moderada nas paradas de outros países europeus e também nos Estados Unidos. A banda experimentou uma certa projeção mundial com a canção "Killer Queen", considerado o primeiro "passo adiante" do grupo, pois o single chegou ao segundo lugar da UK Singles Chart e surpreendeu a todos ao alcançar a décima segunda posição na Billboard Hot 100 americana, considerando a pouca promoção que o grupo tinha fora da Europa. Outro sucesso do álbum foi a pesada "Now I'm Here", que chegou ao décimo primeiro lugar nas paradas britânicas e foi a canção mais apresentada ao vivo pelo grupo. Agora com um público mundial maior, a banda realizou uma turnê própria nos EUA e no Canadá, e ao fim da turnê, a banda encerrou seu contrato com a Chrysalis e passou a ser representada pela EMI no Reino Unido e pela Elektra Records na América.
Em 1975, se sentindo mais livres em seu processo de criação, os membros do Queen inovaram em suas ideias e gravaram canções diferentes para os padrões da época, e o resultado foi o disco A Night at the Opera. O álbum custou uma fortuna para ser feito e pôs o futuro da banda em perigo, pois caso as vendas não compensassem os custos, os Queen não teria outra opção senão se separar. De fato, a banda enfrentou muitos obstáculos para o lançamento do disco, principalmente devido à canção "Bohemian Rhapsody", um projeto nunca antes visto, sem refrão e divida em várias seções, cada uma dentro de um estilo diferente, incluindo uma ária de ópera; a canção foi rejeitada pela gravadora, que apostava em seu fracasso, mas Mercury estava decidido a lançá-la como single principal e completa, e apesar de sua reserva, a gravadora concordou, e o resultado foi um single que ficou nove semanas no topo das paradas britânicas e levou o álbum a ganhar três Discos de Platina nos EUA. A turnê que se seguiu cobriu América do Norte, Europa, Japão e Austrália.

Anos 1980

Em 1987 os Queen saiem de férias e Freddie Mercury lança seu segundo álbum solo "The Great Pretender". Mais tarde Freddie descobre um caroço no seu ombro, e vai consultar o seu médico, que ao fazer a biopsia do caroço descobre que Freddie Mercury é soropositivo. Freddie Mercury então conta a Jim Hutton, na época seu companheiro, e mais tarde a Roger Taylor. No entanto, esta ideia é controversa; pois, várias pessoas confirmam diversas possibilidades de como Mercury descobriu que tinha AIDS, tal como quem foi o primeiro amigo a saber. No documentário de sua vida, há histórias de que Freddie já teria contraído a doença antes do Rock in Rio e, inclusive, tinha feito o show com a notícia fatal em conhecimento, mas que parece ser pouco plausível já que mesmo seus assistentes mais próximos não confirmam esta versão. Há quem acredite que o primeiro a perceber a doença depois do cantor e o médico foi John Deacon, que, durante uma das festas de aniversário de Freddie Mercury, havia notado algumas manchas em suas costas, quando o cantor encontrava-se dentro da piscina. Interrogado pelo baixista, Freddie resolveu admitir que era soropositivo e, logo após, teria contado aos demais integrantes da banda.

Anos 1990

Anos 2000




No entanto, deve-se caracterizar os concertos por fases distintas. Na década de 1970, em particular, as excursões para promover os álbuns "Queen II" (1974), "Sheer Heart Attack" (1974) e "A Night at the Opera" (1975), o grupo tocava várias canções em formato medley, versões curtas de hits, para ganhar fôlego com canções mais difíceis de serem executadas ao vivo. Como a maioria das canções destes discos possuíam longa duração, a estratégia funcionava; mas, para quem conhece mais profundamente o trabalho da banda, o resultado não era tão bom. Canções de boa parte destes discos (ricos, experimentais e inovadores) não foram mais tocadas a partir da década de 1980, quandosintetizadores tomaram parte do som dos Queen. Para muitos críticos, os Queen conseguiam superar seus discos tocando ao vivo, o que é raro num show, mesmo sendo fiel aos arranjos de estúdio. Outros temas, de fato, não atingiam uma qualidade comparável no disco, como a melódica "Life Is Real" (do álbum "Hot Space", de 1982), homenagem aJohn Lennon, e "The March Of The Black Queen" (do álbum "Queen II").


Integrantes e composições

Integrante
Instrumento
Principais composições
Freddie Mercury
vocal e piano
"Bohemian Rhapsody""We Are The Champions",
"Somebody To Love""Killer Queen""Love Of My Life", entre outras.
Brian May
guitarrasviolãoukelele,
toy-koto, harpateclado e vocal
"We Will Rock You""I Want It All""Who Wants To Live Forever",
"Tie Your Mother Down""Now I'm Here""Save Me", entre outras.
Roger Taylor
bateriapercussão e vocal
"Radio Ga Ga""I'm In Love With My Car",
"A Kind Of Magic", entre outras.
John Deacon
contrabaixoguitarra,
teclado, e backing vocal
"I Want To Break Free""Another One Bites The Dust""You're My Best Friend",
"Spread Your Wings""Need Your Loving Tonight", entre outras

Queen no cinema

Queen no teatro musical

A nova investida dos integrantes remanescentes

No final de 2004Brian May e Roger Taylor participaram num concerto de beneficência em prol das vítimas da AIDS, tendo como vocalista Paul Rodgers (ex-vocalista das bandas de blues-rock e hard-rock Free, Bad Company e The Firm). Esse concerto foi determinante na decisão de se fazer uma nova turnê dos Queen em 2005, inicialmente chamada "Queen + Paul Rodgers's Tour 2005", a ser realizada, a princípio, na Europa. Com a desistência do baixista John Deacon, por motivos não completamente esclarecidos até o presente momento, os integrantes da banda procuraram alternativas para completar a sua formação. Inicialmente, convidaram o guitarrista Jamie Moses, que acompanha Brian May nas suas investidas solo, para a guitarra base, além do eterno "quinto elemento" dos Queen, Spike Edney, nos teclados. Posteriormente, foi convidado para ser o baixista oficial da turnê Danny Miranda, que participava na versão de Las Vegas do musical We Will Rock You. Os Queen+Paul Rodgers lançaram o seu 1º álbum em 1º de setembro de 2008, cujo nome é "The Cosmos Rocks" com Paul Rodgers nas vocais.

fonte: wiki

terça-feira, 15 de abril de 2014

Cantor Wando, biografia, músicas e composições....

Biografia

Maior coleção de calcinhas

Morte[editar | editar código-fonte]

Discografia


fonte: wiki

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Cantor Paulo Sérgio, biografia e +

Biografia

Últimos momentos

A primeira apresentação foi no Grajaú. Quando terminou de cantar, Paulo chamou seu secretário, pedindo a ele que encontrasse uma farmácia e providenciasse comprimidos para sua dor de cabeça, que estava cada vez mais violenta. Ingeriu dois de uma só vez e partiu para Itapecerica da Serra. Mas lá só conseguiu cantar quatro músicas. A sua cabeça latejava dolorosa e implacavelmente e a sua visão estava começando a ficar turva. Ele cambaleou até o camarim. Logo depois, os amigos o encontraram alternando-se entre gemidos e gritos de dor e tendo tremores por todo o corpo. Foi levado até o carro e transportado para o Hospital Piratininga. De lá, o enviaram para o Hospital São Paulo. Quando chegou ao mesmo, já estava em coma. O diagnóstico foi rápido e assustador: Paulo Sérgio tivera um derrame cerebral.
As reações de Paulo Sérgio continuavam desfavoráveis. O Dr. Pimenta, chefe da equipe que incansavelmente tentava reabilitar o cantor, após exames minuciosos, revelou aos familiares de Paulo que suas possibilidades de sobrevivência já eram mínimas, quase nulas. Mesmo assim, a luta prosseguia. No hospital, a vigília permanecia continua. Mais uma noite e o estado de saúde de Paulo Sérgio, ao invés de melhorar, se agravou. Às 14 horas e trinta minutos de terça-feira, 29 de julho, já não havia a menor possibilidade de melhora. O cantor Paulo Sérgio estava praticamente sem vida, apenas os aparelhos mantinham sua respiração e seus batimentos cardíacos. Às vinte horas e trinta minutos, foi anunciado o fim de sua longa e dolorosa agonia. Apesar de todo o esforço feito para salvá-lo, Paulo Sérgio estava morto.

Discografia

Filmografia

FONTE: WIKI